Sexo, loucura e literatura – A Palmatória (Episódio 9)

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Sexo, loucura e literatura – A Palmatória (Episódio 9)

Sexo, loucura & literatura

A avó, a filha e a neta vão às compras. 85% dos clientes de Sex Shop são mulheres.
Ledo engano de quem pensou que nessas lojas só havia vibradores pequenos, médios, grandes
e gigantes. Há, segundo informou Ana Cláudia, proprietária de um Sex Shop, uma série de
produtos, cursos e outros suplementos que tornam esse “negócio” um tipo de terapia
ocupacional para muitas pessoas. Tô brincando… A professora de literatura também
considerou, olhando para as paredes, que sexo, assim como loucura e literatura, vive da
fantasia e da imaginação.
Se sexo é erotismo, tem um escritor de Curitiba que escreve como ninguém. Todo bom
escritor tem de saber escrever sobre sexo, no sentido mais escatológico e preciso do mundo.
Bem, pode ser isso também. Mas outras pessoas podem pensar outras coisas. Não sejamos tão
puristas, afinal sexo, loucura e literatura tem tudo a ver. Basta ler pra entender. Não somos
nós que estamos a dizer isso, foi o Sr. Odinei. Ele disse “nossa loja esta aqui para atender a
família brasiliense”. Eita!
Essa família, que antes era tão recatada e tímida, agora aflora. As diferentes gerações
podem compartilhar gostos e interesses. Não é de hoje que A palmatória vem dizendo:
estamos aqui para afirmar os novos valores, os que existem e os que virão! Eita!, de novo. Essa
coisa de falar de sexo, loucura e literatura deixa a gente num bem-estar danado… Freud estava
engando sobre esse tal de “mal-estar da civilização”, concluímos. Na verdade, pretensioso esse
Freud, dizer mal-estar da civilização… fosse lá um mal-estarzinho de algum, de alguém, a gente
até botaria fé.
Os amantes que dormem ao lado de livros, de sonhos e fantasias, dormem também
em sexo, em erotismo e prazer. Dormem a noite dos humanos, que são loucos, que sonham, e
traçam muitos planos. Amanhã será um lindo dia. Pela estrada afora eu vou bem contente…
longa vida ao palmatória!

Manifesto d’A palmatória

Em 2012, perto do fim dos tempos chega ao mundo A palmatória. Esta que, durante muito tempo, serviu para corrigir, chamar a atenção e colocar a pessoa no prumo, volta mais renovada do que nunca. Agora é a vez da palmatória corrigir as ideias e os ideais. Dar voz aos silêncios calados no constrangimento, na mão roxa, em sangue. Em tempos de capitalismo, ambientalismo, visionismo, religiosismo e outros invencionismos eis que é preciso uma reflexão: parem os cavalos para alguém descer.

Como criação coletiva e renovada A palmatória apresenta suas receitas de socialização e sociabilidade. De educação e pós-educação dos indivíduos e grupos sociais. Para tanto, como se diz no argumento científico, queremos os fatos, os gestos, as reflexões e fenômenos do cotidiano, o comum. Assim lança-se mão de um objeto simples e objetivo: a palmatória. Sua forma anatômica, flexível lhe permite alcançar com rapidez e eficiência seus objetivos.

O objetivo número 1 d’ A palmatória é “todo poder à crítica dos costumes” para tudo o que existe e o que virá!!!

Prof. Gilberto Barral

Sex Shopp em A Palmatória

Mônica Nóbrega
Mônica Nóbrega
Comunicadora, redatora, radialista, palestrante motivacional.

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