Vídeo-aula do Cerrado

Meu agradecimento
Obrigada a você!!!
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Os cristais e as relações
Os cristais e as relações- Bom dia, dia!
julho 8, 2012

Vídeo-aula do Cerrado

Vídeo-aula do cerrado

A vegetação de cerrado exibe árvores de médio porte, 
retorcidas, de folhas ásperas, casca grossa e rugosa. “De casca-grossa, chinelinha e filharada”, como as pernas da mulher proletária de Cora Coralina. O cerrado é lindo. Na estética ocidental de um certo belo, essas árvores estariam fora do campo artístico. Mas, ali onde a natureza espalha sua beleza, o áspero e o retorcido se tornam enfeite. O MEC diz: o eixo é a sustentabilidade, poupem as árvores do cerrado! E agora, educam educadores para esses educarem os povos. Mesmo que esses últimos, os povos, já saibam tudo o que vai ser ensinado, sobre árvores, preservação e sustentabilidade. Sim, eles não conhecem esses vocábulos, mas os termos de contrato e contatos com a natureza, talvez.
Na manhã andando pelo Jardim Botânico a aula correu bem. A cinegrafista também teve de correr um bocado para dar conta das imagens. A bióloga explicou: “o cerrado tem suas ciclagens”. Eu, que não entendi, perguntei, repeti-me, entendi. Tratava-se do ciclo de vida das plantas. O ciclo natural que todas as coisas da natureza têm. Nascer, crescer, viver e morrer, ou “na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Lavoisier não era biólogo, mas um químico guilhotinado na revolução francesa. Ele tinha outra visão sobre as coisas da natureza e da política. Sua política nesse caso seria a de “deixe queimar que outras coisas virão”…bem, eu acho!
Mas então, a sustentabilidade que nos ensina a bióloga é a do “deixe queimar, mas naturalmente”. O cerrado tem seu ciclo, sua vida segue, “não apressem o rio, ele corre devagar”, ou “devagar com o andor que o santo é de barro”, também tem o “devagar se vai ao longe”. E ainda o “apressado come cru”. Tem também o “antes tarde do que nunca”. Tudo isso penso, são formas de sustentabilidade, umas mais e outras menos. Maneiras de ir queimando de leve os ciclos da nossa natureza.

Manifesto d’A palmatória

Em 2012, perto do fim dos tempos chega ao mundo A palmatória. Esta que, durante muito tempo, serviu para corrigir, chamar a atenção e colocar a pessoa no prumo, volta mais renovada do que nunca. Agora é a vez da palmatória corrigir as ideias e os ideais. Dar voz aos silêncios calados no constrangimento, na mão roxa, em sangue. Em tempos de capitalismo, ambientalismo, visionismo, religiosismo e outros invencionismos eis que é preciso uma reflexão: parem os cavalos para alguém descer.

Como criação coletiva e renovada A palmatória apresenta suas receitas de socialização e sociabilidade. De educação e pós-educação dos indivíduos e grupos sociais. Para tanto, como se diz no argumento científico, queremos os fatos, os gestos, as reflexões e fenômenos do cotidiano, o comum. Assim lança-se mão de um objeto simples e objetivo: a palmatória. Sua forma anatômica, flexível lhe permite alcançar com rapidez e eficiência seus objetivos.

O objetivo número 1 d’ A palmatória é “todo poder à crítica dos costumes” para tudo o que existe e o que virá!!!

Mônica Nóbrega
Mônica Nóbrega
Comunicadora, redatora, radialista, palestrante motivacional.

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